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INSCRIÇÕES ATÉ DIA 03 DE MARÇO
OFICINA 01 – TEATRO FÍSICO – CORPO COMO MEIO EXPRESSIVO.
DATA: DIAS 08, 09, 10 E 11 DE MARÇO (SEGUNDA, TERÇA, QUARTA E QUINTA-FEIRA), DAS 09 ÀS 13 HORAS.
EMENTA: Esta oficina está pautada no modo único e particular de expressividade do Atuante (o agente da cena), buscando uma autonomia cênica e um resultado de trabalho que condigam com seus anseios e urgências éticas, filosóficas e artísticas. Objetiva estimular o processo criativo, do ator – dançarino – circense – performer, através da abordagem de diversas práticas para desenvolvimento e aprimoramento de princípios, técnicas e qualidades expressivas, que instrumentalize o Atuante para a apresentação pública.
Visa oferecer subsídios práticos para elaboração de um treinamento autônomo e criação de cenas/ textos/ coreografias/ performances/ números que possam ser elementos básicos para desenvolvimento de encenações com durações maiores.
OFICINEIRO: FÁBIO VIDAL
Ator-performer, autor, diretor e produtor. Mestre pela UFBA. Formado em Interpretação Teatral – (Bacharelado/ UFBA).Ministra aulas acerca do trabalho criativo e Teatro Físico. Dirigiu os espetáculos Temporal (2009) e Casa numero Nada(2008). Coordenou e orientou do projeto de aulas e de criação de solos Atuantes em Solos. Criou, dirige e atua nas encenações Seu Bomfim, Velôsidade Máxima e ERê – Eterno Rêtorno. É fundador do Território Sirius Teatro, participante da cooperativa Baiana de Teatro. Como ator participou de diversas montagens dentre às quais Murmúrios, Divinas Palavras, Os Acrobatas; Casa de Eros e Otelo. No cinema participou de O Homem que não Dormia, de Edgard Navarro. MATERIAL NECESSÁRIO DE RESPONSABILIDADE DE CADA ALUNO
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CADERNO DE AÇÕES.
- 3 BOLAS DE TÊNIS OU SIMILARES. PARA CADA PARTICIPANTE
- ROUPAS QUE LIBEREM O MOVIMENTO.
VAGAS: 20 PESSOAS
Seleção:
Através da Carta de Intenções com no máximo 10 linhas
Ficha de inscrição Oficinas
OFICINA 02 – OFICINA CRÍTICA DE TEATRO
DATA: 08, 09 e 10 DE MARÇO (SEGUNDA, TERÇA E QUARTA), DAS 9H ÀS 12H.
EMENTA: Transmitir aos participantes uma noção dos procedimentos básicos para a apreciação crítica do espetáculo, a análise do fenômeno teatral em suas mais variadas formas e suportes. As ferramentas teóricas, éticas e jornalísticas. A perspectiva histórica do ofício no Brasil, seu declínio na mídia impressa e as potencialidades para a web.
OFICINEIRO: VALMIR SANTOS.
O jornalista Valmir Santos cobre teatro há 17 anos. Atuou nos jornais Folha de S.Paulo (1998-2008) e O Diário de Mogi das Cruzes (1989-1996). Fez a cobertura de festivais nacionais e internacionais. É autor de perfis históricos dos grupos Parlapatões, Patifes & Paspalhões (SP), Armazém Companhia de Teatro (RJ), Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (RS) e Grupo XIX de Teatro (SP). Integra o júri paulista do Prêmio Shell de Teatro, desde 2004, e do Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro, em 2009. É mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da USP, em 2009. Foi contemplado pelo Programa Bolsas de Estimulo à Produção Crítica em Artes/Teatro, iniciativa Funarte/MinC, em 2008. Mais detalhes do currículo na Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/5044814586379523
VAGAS: 10 pessoas
PÚBLICO ALVO:
Jornalistas, estudantes da área de humanas ou interessados pelo tema, de preferência com domínio de texto.
SELEÇÃO:
Uma dissertação em 15 linhas com a percepção do candidato da arte do teatro.
Ficha de inscrição Oficinas
OFICINA 03 – O Ator Autoral e seu Corpo
DATA: 11 A 13 de março, das 09 h às 12 hs.
EMENTA: A oficina consiste no exercício de interpretação onde os participantes deverão se entregar à força física, permitindo assim, a liberdade na atuação, chegando ao desenvolvimento básico da musculatura e dos sentimentos. Dessa forma, a oficina propõe o despojamento e a libertação de qualquer vício do ator, onde cada personagem é um novo ser e deve ser interpretado a cada momento. Neste sentido, forma-se na expressão exterior a voz, o gesto e a palavra, trazendo ao ator o jogo da verdade; não há verdade na expressão se a modalidade expressiva exterior não corresponder a um impulso interior.
O reenquadramento de dramaturgia e da cena em moldes desvencilhados de normas e padrões: é esse afã de buscar uma nova significação para a realidade cênica e, por ela obrigado, o forjamento de novas formas, que serão repassados, como campo de experiência a linguagens diversificadas. Através da fragmentação a palavra se dobra em texto cênico. O ator consciente: essa é a proposta; fazer com que o ator utilize o seu objeto de estudo, o corpo, a voz e a alma cênica transformem-se em movimento, interpretação e impulsos verdadeiros, mesmo havendo uma marcação assumida dentro do espetáculo.
OFICINEIRO – RIBAMAR RIBEIRO.
Ribamar Ribeiro é um dos diretores jovens de grande destaque no panorama teatral contemporâneo da atualidade. Dirigiu e escreveu mais de 30 espetáculos teatrais. Entre eles: “Sobre Mentiras e Segredos”, “A Corrente de Eléia”, “Dolores”, “Meu Nome é M”, “Amargasalmas”, “É Isso Aí, Irajá!”, “Pequenas Sagas Nordestinas”, “O Maldito”, “De Iguassu Velha a Nova Iguaçu”, entre outros trabalhos. Com uma proposta ousada e nova de releitura de Clássicos como Bodas de Sangue transportando para a linguagem narrativa e corporal. Além de sua formação artística como Ator e Diretor. . É Diretor Artístico e integrante de Os Ciclomáticos Companhia de Teatro, Cia. de Teatro Fios da Roca, Os Cênicos Cia. de Teatro, Grupo Di-ferente (de Uberlândia) e Grupo Cutucurim (Angra dos Reis). Estudou com Antônio Abujamra, trabalhou com André Paes Leme, Marília Martins, José da Costa e Nanci de Freitas.Possui mais de 30 prêmios em todo o Brasil, entre eles, o Prêmio Pruri, Elisabeth Savala, Paschoalino, FENATA. Em 2009 recebeu o Prêmio Paschoalino Especial do Júri por ser multiplicador de ações teatrais no Rio de Janeiro.
Vagas: 20
Seleção:
Através da Carta de Intenções com no máximo 10 linhas
Ficha de inscrição Oficinas